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Fermes D’Avenir

Louis-Albert de Broglie e Maxime de Rostolan, engenheiro ambientalista, criaram em 2013 no castelo La Bourdaisière, ao lado do Conservatório Nacional do Tomate, uma micro-quinta agroecológica (“Microferme en agroécologie”) inspirada no sistema de permacultura.

Emmanuel Macron visita Fermes D'Avenir

Emmanuel Macron visita Fermes D’Avenir

A permacultura baseia-se em princípios agrícolas e sociais de design centrado em replicar padrões e características observados em ecossistemas naturais. Mostra-se como uma alternativa à produção industrial.

Trata-se de uma agricultura que não usa insumos químicos nem máquinas e visa criar um sistema de produção sustentável, viável em termos económicos e socialmente justo que promete aumentar a oferta de produtos locais.

Este projecto-piloto, gerido pela ONG Fermes D’Avenir (Quintas de Futuro), que é apoiada por grandes empresas como a Philips, a Metro, a Casino, o grupo BPCE, o banco Neuflize, instituições científicas como AgroParisTech, a HEC, e o Ministério da Agricultura de França, é uma forma de mostrar como este modo de cultivo não é apenas mais saudável e sustentável como também é mais barato.

 

 

 

 

O projeto gerou um manifesto (publicado em outubro de 2016), que incide sobre as externalidades positivas da micro-agricultura ecológica. A associação defende assim o desenvolvimento de quintas com produção de alimentos de qualidade e linhas de produção, à escala humana, com base:

  • Na observação de ecossistemas naturais e locais
  • Na produção sob rótulo biológico, sem o uso de produtos químicos fitossanitários
  • Na regeneração de ecossistemas e da biodiversidade
  • Em soluções prefigurando uma sociedade livre de carbono e limitando o consumo de água
  • No papel pedagógico de dietas sustentáveis e o prazer de uma dieta saudável